
Uma ampla operação cibernética internacional acendeu o alerta em empresas de segurança e órgãos reguladores globais. A campanha SourTrade usou anúncios falsos de corretoras para atacar investidores de criptomoedas em 12 países, aplicando táticas de malvertising em mecanismos de busca e plataformas digitais para direcionar as vítimas a ambientes fraudulentos.
A tática visa interceptar credenciais de acesso, carteiras digitais e dados financeiros de usuários incautos no momento em que buscam serviços de negociação.
Clonagem de Marcas e Alcance Global
Para garantir alta taxa de conversão nas abordagens, os atacantes desenvolveram cópias fiéis de portais e ferramentas populares de análise e transação financeira.
O levantamento revela que o golpe imita TradingView, Solana e Luno, enganando até mesmo investidores experientes por meio da duplicação da interface visual dessas plataformas reconhecidas no setor.
Principais pontos do ataque:
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Estratégia de Malvertising: Os criminosos compraram espaços publicitários prioritários em motores de busca para garantir que os links maliciosos aparecessem no topo dos resultados.
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Personificação de Plataformas: A clonagem de ecossistemas como TradingView, Solana e Luno é utilizada para induzir o usuário a inserir senhas e chaves privadas.
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Escala Internacional: O alcance geográfico distribuído em 12 países demonstra a complexidade da infraestrutura montada pelos cibercriminosos para burlar filtros de segurança regionais.
Especialistas reforçam a necessidade de verificar rigorosamente os URLs acessados e evita



