
A Apple alcançou um marco inédito ao se tornar a segunda empresa da história a atingir um valor de mercado de US$ 5 trilhões. A fabricante do iPhone ultrapassou brevemente essa marca durante o pregão desta terça-feira (28), impulsionada pela valorização de suas ações e pelo forte desempenho acumulado em 2026.
Com o avanço das ações, a Apple voltou a ocupar a posição de empresa mais valiosa do mundo, superando a Nvidia, que foi a primeira companhia a romper a barreira dos US$ 5 trilhões. Apesar de a capitalização ter recuado levemente após o pico registrado durante o dia, a marca reforça a força da empresa no mercado financeiro global.
O desempenho da Apple contrasta com o momento vivido por outras gigantes da tecnologia. Enquanto empresas como Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta ampliam fortemente seus investimentos em infraestrutura para inteligência artificial, a Apple tem adotado uma estratégia mais conservadora, priorizando parcerias e preservando seu fluxo de caixa. Essa postura foi bem recebida por parte dos investidores, preocupados com o aumento dos gastos das chamadas Big Techs.
Outro fator que contribuiu para a valorização da companhia foi a expectativa positiva em relação aos próximos resultados financeiros. Analistas projetam crescimento de receita superior a 15% no trimestre, impulsionado pela manutenção da demanda por iPhones e pela expansão dos serviços digitais da empresa.
Além disso, a Apple lançou recentemente um programa de aluguel de iPhones nos Estados Unidos, em parceria com a Klarna, oferecendo planos mensais para consumidores. A iniciativa busca ampliar a fidelização de clientes e fortalecer ainda mais seu ecossistema de produtos e serviços.
O novo recorde demonstra que, mesmo diante da intensa corrida pela inteligência artificial, investidores continuam enxergando a Apple como uma das empresas mais sólidas e rentáveis do setor de tecnologia. A companhia agora divide com a Nvidia um seleto grupo de empresas que já ultrapassaram a marca histórica de US$ 5 trilhões em valor de mercado.



