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Brasil participa da criação de organização internacional para cooperação em inteligência artificial

WAICO reúne países e instituições para promover padrões globais, pesquisa colaborativa e desenvolvimento responsável da IA

O Brasil passou a integrar a fundação da World Artificial Intelligence Cooperation Organization (WAICO), uma nova organização internacional criada para fortalecer a cooperação entre governos, empresas, universidades e centros de pesquisa no desenvolvimento da inteligência artificial. A iniciativa busca estimular a inovação, promover padrões internacionais e incentivar o uso responsável da tecnologia.

A participação brasileira foi oficializada durante a Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC 2026), realizada em Xangai, na China. O país foi representado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que assinou o documento de criação da organização ao lado de representantes de diversos países e instituições internacionais.

Segundo o MCTI, a WAICO atuará como um fórum permanente para discutir temas relacionados à governança da inteligência artificial, compartilhamento de conhecimento, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e definição de boas práticas para o uso da IA em escala global.

A participação do Brasil faz parte da estratégia do governo para ampliar sua presença nos debates internacionais sobre inteligência artificial e fortalecer a cooperação com outros países em áreas como inovação, infraestrutura digital, formação de profissionais e desenvolvimento de aplicações voltadas ao setor público e à indústria.

Além da troca de conhecimento, a organização pretende incentivar projetos conjuntos de pesquisa, estabelecer mecanismos de cooperação técnica e promover padrões internacionais que contribuam para o desenvolvimento seguro, ético e transparente da inteligência artificial.

Especialistas avaliam que a criação da WAICO ocorre em um momento em que diversos países buscam ampliar sua influência na definição das regras globais para a IA. O avanço acelerado da tecnologia tem impulsionado debates sobre governança, segurança, privacidade, interoperabilidade e desenvolvimento sustentável.

Para o Brasil, integrar a organização representa uma oportunidade de participar da construção de políticas internacionais para inteligência artificial, ampliar parcerias estratégicas e fortalecer o ecossistema nacional de inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

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