
Por que agora
O Brasil encerrou 2025 com 753,8 bilhões de tentativas de ataque cibernético, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças, da Fortinet — o equivalente a 84% de todas as tentativas registradas na América Latina e no Canadá. No mesmo período, o tempo médio para exploração de falhas caiu de mais de 4 dias para um intervalo de 24 a 48 horas, com casos de exploração poucas horas após a divulgação de uma vulnerabilidade.
A implicação é simples: ferramentas pensadas para responder em dias já não cobrem a janela real de decisão. A defesa deixou de competir em velocidade de resposta — agora compete em velocidade de descoberta. E descoberta exige que o ambiente ofereça um sinal inequívoco no instante em que o atacante se move.
É exatamente esse o princípio por trás do cyber deception: distribuir ativos falsos pela rede para que qualquer interação com eles seja, por definição, prova de invasão — sem o ruído de falso positivo que sobrecarrega outras camadas de defesa.
O que sustenta a categoria no Brasil
A LOKIMESH chega ao país com uma convicção simples: cyber deception só ganha espaço de forma sólida quando vem acompanhado de prova de mercado nacional, e não apenas de tese conceitual.
Os números já existem: um terço das empresas brasileiras perdeu pelo menos US$ 1 milhão com ciberataques nos últimos três anos (PwC, 2025); 73% não têm seguro cibernético (ESET, 2025); o maior golpe cibernético da história do país — mais de R$ 500 milhões via Pix — não veio de invasão externa, veio de credenciais de um fornecedor terceirizado. É exatamente o tipo de movimento que ferramentas de perímetro não veem e que deception captura por desenho.
Uma plataforma, uma categoria
A LOKIMESH nasceu como plataforma nativa de cyber deception — não como módulo adaptado de outra função. Isso significa cobertura mais ampla de vetores de engano (credenciais, compartilhamentos de rede, endpoints falsos) e integração nativa com as principais plataformas de SIEM, firewall e XDR já presentes no mercado, permitindo que a empresa mantenha sua stack de segurança atual e adicione a camada de deception sem retrabalho de arquitetura.
A proposta de valor vai além do conceito: probabilidade real de incidente, exposição regulatória calculável, modelo de custo em OPEX, tempo de implementação medido em dias e evidência pronta para auditoria.
É essa combinação — pioneirismo, rigor de dados, interoperabilidade e tradução para a linguagem de quem aprova orçamento — que torna a LOKIMESH a referência ao apresentar cyber deception ao mercado brasileiro.
Fontes: Fortinet, Cenário Global de Ameaças 2025 · PwC Brasil, Digital Trust Insights 2025 · ESET, Security Report 2025 · Grant Thornton Brasil & Opice Blum Advogados, Pesquisa Riscos Cibernéticos 2025 · Lei nº 13.709/2018 (LGPD), art. 52



