
A Apple e a Intel estariam próximas de selar um acordo histórico para fabricar chips de iPhones, iPads e Macs em território americano. Segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a parceria marca a reaproximação entre as duas gigantes após a Apple abandonar os processadores Intel em 2020 para adotar sua própria linha de chips baseada em arquitetura Arm.
O movimento acontece em meio à crescente pressão sobre a cadeia global de semicondutores e à forte demanda impulsionada pela inteligência artificial. Atualmente, a TSMC é a única responsável pela fabricação do Apple Silicon, mas a disputa por capacidade produtiva vem afetando estoques e cronogramas da linha iPhone 17.
A Apple e a Intel estariam próximas de selar um acordo histórico para fabricar chips de iPhones, iPads e Macs em território americano. Segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a parceria marca a reaproximação entre as duas gigantes após a Apple abandonar os processadores Intel em 2020 para adotar sua própria linha de chips baseada em arquitetura Arm.
O movimento acontece em meio à crescente pressão sobre a cadeia global de semicondutores e à forte demanda impulsionada pela inteligência artificial. Atualmente, a TSMC é a única responsável pela fabricação do Apple Silicon, mas a disputa por capacidade produtiva vem afetando estoques e cronogramas da linha iPhone 17.
Intel pode fabricar chips Apple Silicon a partir de 2027
De acordo com o analista Ming-Chi Kuo, a Intel já estaria negociando a produção de versões de entrada dos chips da série M a partir de 2027. O plano envolveria os futuros processos avançados da fabricante americana, incluindo a tecnologia 14A de 1.4 nanômetro.
Sob o comando de Lip-Bu Tan, a Intel tenta recuperar espaço na corrida global dos semicondutores após anos perdendo liderança tecnológica para a TSMC e a Samsung Electronics.
Desta vez, porém, o modelo de parceria será diferente. A Intel não desenvolverá os processadores, mas atuará apenas como fabricante dos chips projetados pela própria Apple. Isso permitirá que a empresa de Cupertino mantenha o controle total sobre hardware, desempenho e integração do ecossistema Apple Silicon.
Apple busca reduzir dependência de Taiwan
A diversificação da produção é considerada estratégica para Tim Cook. Atualmente, boa parte dos chips da Apple depende diretamente das fábricas da TSMC em Taiwan, região constantemente afetada por tensões geopolíticas envolvendo a China.
Além disso, a explosão do mercado de IA elevou a prioridade de clientes como a NVIDIA dentro da TSMC, reduzindo o poder de negociação da Apple sobre capacidade exclusiva de produção.
Com uma alternativa nos Estados Unidos, a Apple ganha maior segurança para futuros lançamentos de Macs, iPads e iPhones, além de fortalecer sua presença industrial no país.
Governo dos EUA apoia fortalecimento da indústria local
O acordo também teria apoio da administração do presidente Donald Trump, que vem incentivando a expansão da fabricação doméstica de semicondutores como parte da estratégia de segurança nacional americana.
A Intel, que teve cerca de 10% de sua estrutura adquirida pelo governo dos EUA em 2025, concentra esforços na revitalização de sua divisão de fundição e na atração de grandes clientes do setor de tecnologia.
Segundo a Bloomberg, a Apple também realizou conversas exploratórias com a Samsung para possíveis operações de fabricação nos Estados Unidos.
Nova disputa pode redefinir o mercado global de chips
Embora a TSMC continue sendo a principal parceira da Apple, a entrada da Intel cria uma espécie de “rede de proteção” para a empresa americana em um cenário cada vez mais sensível geopoliticamente.
O mercado agora acompanha os primeiros testes e protótipos dessa possível nova geração de chips “Made in USA”, que pode mudar o equilíbrio da indústria global de semicondutores nos próximos anos.
De acordo com o analista Ming-Chi Kuo, a Intel já estaria negociando a produção de versões de entrada dos chips da série M a partir de 2027. O plano envolveria os futuros processos avançados da fabricante americana, incluindo a tecnologia 14A de 1.4 nanômetro.
Sob o comando de Lip-Bu Tan, a Intel tenta recuperar espaço na corrida global dos semicondutores após anos perdendo liderança tecnológica para a TSMC e a Samsung Electronics.
Desta vez, porém, o modelo de parceria será diferente. A Intel não desenvolverá os processadores, mas atuará apenas como fabricante dos chips projetados pela própria Apple. Isso permitirá que a empresa de Cupertino mantenha o controle total sobre hardware, desempenho e integração do ecossistema Apple Silicon.
Apple busca reduzir dependência de Taiwan
A diversificação da produção é considerada estratégica para Tim Cook. Atualmente, boa parte dos chips da Apple depende diretamente das fábricas da TSMC em Taiwan, região constantemente afetada por tensões geopolíticas envolvendo a China.
Além disso, a explosão do mercado de IA elevou a prioridade de clientes como a NVIDIA dentro da TSMC, reduzindo o poder de negociação da Apple sobre capacidade exclusiva de produção.
Com uma alternativa nos Estados Unidos, a Apple ganha maior segurança para futuros lançamentos de Macs, iPads e iPhones, além de fortalecer sua presença industrial no país.
Governo dos EUA apoia fortalecimento da indústria local
O acordo também teria apoio da administração do presidente Donald Trump, que vem incentivando a expansão da fabricação doméstica de semicondutores como parte da estratégia de segurança nacional americana.
A Intel, que teve cerca de 10% de sua estrutura adquirida pelo governo dos EUA em 2025, concentra esforços na revitalização de sua divisão de fundição e na atração de grandes clientes do setor de tecnologia.
Segundo a Bloomberg, a Apple também realizou conversas exploratórias com a Samsung para possíveis operações de fabricação nos Estados Unidos.
Nova disputa pode redefinir o mercado global de chips
Embora a TSMC continue sendo a principal parceira da Apple, a entrada da Intel cria uma espécie de “rede de proteção” para a empresa americana em um cenário cada vez mais sensível geopoliticamente.
O mercado agora acompanha os primeiros testes e protótipos dessa possível nova geração de chips “Made in USA”, que pode mudar o equilíbrio da indústria global de semicondutores nos próximos anos.



