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Equipe Feminina do SESI-MA Conquista o Principal Prêmio de Torneio Internacional de Robótica na Coreia do Sul

Formada exclusivamente por meninas da Escola SESI São Luís, a equipe Gipsy Danger superou competidores de 45 países e faturou o prestigiado troféu Champions Award Winner.

A robótica brasileira alcançou o ponto mais alto do pódio em um dos cenários mais competitivos do mundo. A equipe feminina Gipsy Danger, composta por estudantes da Escola SESI São Luís (MA), conquistou o Champions Award Winner, o prêmio máximo e mais difícil do Korea Open Invitational, realizado na Coreia do Sul.

O torneio de robótica educacional reuniu equipes de 45 países diferentes. A delegação maranhense viajou até a cidade de Jeonju acompanhada por lideranças regionais do SESI-MA e coordenadores pedagógicos para disputar a competição, realizada entre os dias 3 e 5 de julho de 2026.

O que levou as brasileiras ao topo?

Diferente de categorias que avaliam apenas o desempenho técnico dos robôs, o Champions Award consagra o grupo que obtém a maior excelência no conjunto geral de toda a competição. O time maranhense se destacou ao cumprir perfeitamente critérios rigorosos avaliados pela banca internacional:

  • Inovação e Complexidade: Desenvolvimento de robôs, programações e projetos altamente complexos para a faixa etária da categoria (que compreende alunos de 9 a 15 anos).

  • Valores e Impacto Social: Demonstração sólida de valores essenciais da robótica, como trabalho em equipe, impacto social do projeto apresentado, inteligência emocional frente a problemas e organização.

Orgulho e superação cultural

Para as integrantes da equipe, o reconhecimento internacional coroa um longo processo de preparação técnica e psicológica. As estudantes destacaram o impacto de lidar com métodos de avaliação e pressões culturais totalmente distintos dos vivenciados nas competições nacionais.

É uma experiência completamente diferente, o método de avaliação deles é bem diferente daqui do Brasil. A cultura da competição é diferente. Mas ainda assim, é contagiante, é muito animador ver as diversas culturas de vários países“, afirmou a jovem Larissa Dutra, integrante do time.

A vitória da Gipsy Danger coloca a robótica educacional do Maranhão e do Brasil em evidência no cenário global, consolidando o potencial feminino nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) e inspirando novas gerações de jovens cientistas.

Com informações da Agência de Notícias da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).

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