
A Meta anunciou o lançamento do Muse Spark 1.1, nova versão de seu modelo de inteligência artificial voltado para tarefas complexas de programação, raciocínio e automação. A atualização marca mais um passo da empresa na disputa direta com soluções desenvolvidas por OpenAI, Anthropic e Google.
O modelo foi desenvolvido pelo Meta Superintelligence Labs e traz avanços significativos em relação à versão anterior. Entre os destaques estão a capacidade de compreender imagens, vídeos e documentos, corrigir códigos complexos, executar tarefas em múltiplos aplicativos e atuar como um agente de IA capaz de planejar e realizar ações com pouca intervenção humana.
Além da evolução técnica, a Meta também iniciou a prévia pública da Meta Model API, permitindo que desenvolvedores nos Estados Unidos testem o Muse Spark 1.1 em seus projetos. A empresa oferecerá créditos iniciais para experimentação e, posteriormente, adotará um modelo de cobrança por uso, entrando oficialmente no mercado de serviços pagos de inteligência artificial.
Segundo a Meta, o Muse Spark 1.1 foi otimizado para lidar com grandes bases de código, automatizar fluxos de trabalho e coordenar múltiplos agentes de IA simultaneamente. A companhia afirma que o modelo apresenta ganhos expressivos em desempenho, especialmente em tarefas de programação, uso de ferramentas externas e execução de processos de longa duração.
A nova IA também será integrada gradualmente aos produtos da empresa, incluindo o aplicativo Meta AI, o site meta.ai e, futuramente, serviços como WhatsApp, Facebook, Instagram e os óculos inteligentes da companhia. A estratégia faz parte dos investimentos bilionários da Meta para fortalecer sua posição na corrida global pela inteligência artificial generativa.



