
A Claro foi a operadora que mais conquistou novos clientes de telefonia móvel no Brasil em maio de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Apesar do forte crescimento, a Vivo continua como líder do mercado brasileiro em número total de linhas móveis, mantendo a maior participação entre as operadoras nacionais.
O levantamento mostra que a Claro adicionou cerca de 463 mil novos acessos móveis no período, enquanto a Vivo registrou um saldo positivo de aproximadamente 415 mil clientes. Já a TIM apresentou desempenho negativo, perdendo cerca de 16,2 mil linhas no mês.
Vivo continua na liderança
Mesmo com o crescimento da Claro, a Vivo permanece como a maior operadora móvel do país.
Segundo os dados da Anatel, a distribuição do mercado segue liderada pela Vivo, com cerca de 38% de participação, seguida pela Claro, com aproximadamente 33,1%, e pela TIM, com 23,1%. Pequenas operadoras regionais completam o restante da base de clientes.
Claro teve o maior avanço do mês
O resultado da Claro foi impulsionado principalmente pelo segmento pós-pago e pela expansão de sua base de clientes.
Além da telefonia móvel, a operadora também apresentou bom desempenho em outros serviços, reforçando sua estratégia de crescimento em mercados como banda larga e fibra óptica.
TIM registra retração
Entre as três grandes operadoras nacionais, a TIM foi a única a encerrar maio com redução na base de usuários móveis.
Embora a perda tenha sido relativamente pequena, o resultado indica uma desaceleração no ritmo de crescimento da empresa em comparação às concorrentes.
Mercado segue competitivo
Os números mostram que o mercado brasileiro de telefonia móvel continua altamente competitivo, com disputas por novos clientes concentradas principalmente nos planos pós-pagos e nos serviços convergentes que combinam telefonia móvel, internet fixa e TV.
A expectativa é que a concorrência permaneça intensa ao longo de 2026, impulsionada pela expansão das redes 5G, investimentos em fibra óptica e novas ofertas de serviços digitais pelas operadoras.



