
Três pesquisadores de cibersegurança utilizaram o Claude Opus 5, modelo de inteligência artificial da Anthropic, para combinar duas vulnerabilidades e conseguir acesso a um repositório interno de código da OpenAI.
Segundo o relato divulgado pelo The Hacker News, a operação levou menos de 72 horas. Os pesquisadores exploraram duas falhas em sequência para alcançar um recurso que deveria permanecer restrito.
O episódio chama atenção para o potencial da inteligência artificial em pesquisas de segurança ofensiva. Modelos avançados podem auxiliar na análise de códigos, identificação de vulnerabilidades e elaboração de estratégias de exploração.
As informações apresentadas não esclarecem quais dados estavam armazenados no repositório, se houve extração de informações ou quais medidas corretivas foram adotadas pela OpenAI.
O caso reforça a importância de proteger repositórios privados, revisar permissões e corrigir vulnerabilidades que possam ser combinadas para comprometer sistemas internos.



