
Agências governamentais emitiram um alerta sobre uma campanha de ataques cibernéticos atribuída a hackers ligados ao Estado iraniano. A operação utiliza um malware para Windows chamado CHOSEN BRICK e tem como alvos dissidentes, ativistas e jornalistas em diferentes países.
Segundo as autoridades, a campanha busca comprometer computadores de pessoas consideradas de interesse pelos operadores. O uso de ferramentas maliciosas pode permitir acesso indevido a informações e colocar em risco dados sensíveis das vítimas.
A atribuição a agentes ligados ao Irã é uma conclusão das autoridades responsáveis pelo alerta e não significa, por si só, que exista confirmação pública de uma ordem direta do governo iraniano.
O caso chama atenção para os riscos enfrentados por profissionais e organizações que trabalham com informações sensíveis. A proteção exige sistemas atualizados, autenticação multifator e atenção a arquivos e mensagens suspeitas.
A abrangência internacional da campanha reforça a importância da cooperação entre equipes de segurança para identificar e interromper operações de espionagem digital.



