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Cyber Deception: o conceito que vai redefinir a próxima década de segurança digital no Brasil

A LOKIMESH é a primeira empresa a trazer o conceito de cyber deception ao mercado brasileiro em 2026 — não como tendência de palco, mas como categoria sustentada por dados, rigor técnico e tradução real para o orçamento das empresas.

Por que agora

O Brasil encerrou 2025 com 753,8 bilhões de tentativas de ataque cibernético, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças, da Fortinet — o equivalente a 84% de todas as tentativas registradas na América Latina e no Canadá. No mesmo período, o tempo médio para exploração de falhas caiu de mais de 4 dias para um intervalo de 24 a 48 horas, com casos de exploração poucas horas após a divulgação de uma vulnerabilidade.

A implicação é simples: ferramentas pensadas para responder em dias já não cobrem a janela real de decisão. A defesa deixou de competir em velocidade de resposta — agora compete em velocidade de descoberta. E descoberta exige que o ambiente ofereça um sinal inequívoco no instante em que o atacante se move.

É exatamente esse o princípio por trás do cyber deception: distribuir ativos falsos pela rede para que qualquer interação com eles seja, por definição, prova de invasão — sem o ruído de falso positivo que sobrecarrega outras camadas de defesa.

O que sustenta a categoria no Brasil

A LOKIMESH chega ao país com uma convicção simples: cyber deception só ganha espaço de forma sólida quando vem acompanhado de prova de mercado nacional, e não apenas de tese conceitual.

Os números já existem: um terço das empresas brasileiras perdeu pelo menos US$ 1 milhão com ciberataques nos últimos três anos (PwC, 2025); 73% não têm seguro cibernético (ESET, 2025); o maior golpe cibernético da história do país — mais de R$ 500 milhões via Pix — não veio de invasão externa, veio de credenciais de um fornecedor terceirizado. É exatamente o tipo de movimento que ferramentas de perímetro não veem e que deception captura por desenho.

Uma plataforma, uma categoria

A LOKIMESH nasceu como plataforma nativa de cyber deception — não como módulo adaptado de outra função. Isso significa cobertura mais ampla de vetores de engano (credenciais, compartilhamentos de rede, endpoints falsos) e integração nativa com as principais plataformas de SIEM, firewall e XDR já presentes no mercado, permitindo que a empresa mantenha sua stack de segurança atual e adicione a camada de deception sem retrabalho de arquitetura.

A proposta de valor vai além do conceito: probabilidade real de incidente, exposição regulatória calculável, modelo de custo em OPEX, tempo de implementação medido em dias e evidência pronta para auditoria.

É essa combinação — pioneirismo, rigor de dados, interoperabilidade e tradução para a linguagem de quem aprova orçamento — que torna a LOKIMESH a referência ao apresentar cyber deception ao mercado brasileiro.

Fontes: Fortinet, Cenário Global de Ameaças 2025 · PwC Brasil, Digital Trust Insights 2025 · ESET, Security Report 2025 · Grant Thornton Brasil & Opice Blum Advogados, Pesquisa Riscos Cibernéticos 2025 · Lei nº 13.709/2018 (LGPD), art. 52

Charles Camello

Executivo de TI com mais de 25 anos de experiência, especialista em conduzir iniciativas estratégicas em ambientes de alta criticidade e escala global. Com trajetória que soma projetos no Brasil, China, México e EUA, possui formação em Marketing Digital e especializações em Segurança da Informação, Gestão de Riscos e Compliance. Atualmente, ocupa a posição de Coordenador de Segurança da Informação e DPO na Soprano, onde lidera frentes de infraestrutura, resiliência cibernética e resposta a incidentes. É também Cofundador e Presidente da APCRS, atuando ativamente para elevar a maturidade tecnológica e as boas práticas de governança no ecossistema de TI. No Café com Bytes, compartilha sua visão integrada sobre cibersegurança, liderança de times de alta performance e a modernização de processos voltados à continuidade de negócios

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