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Google lança Nano Banana 2 e reforça aposta em geração de imagens por IA

Nova versão promete mais velocidade, precisão nas instruções e integração aprimorada com o Gemini

O Google anunciou, na quinta-feira, o lançamento do Nano Banana 2, atualização de seu conhecido gerador de imagens baseado em inteligência artificial.

A primeira versão do Nano Banana foi apresentada em agosto e rapidamente se tornou um fenômeno nas redes. Já o Nano Banana Pro chegou em novembro, desenvolvido a partir do modelo Gemini 3 Pro.

Segundo publicação oficial da empresa em seu blog, o Nano Banana 2 conta com conhecimento de mundo mais avançado, utilizando dados em tempo real do Gemini para produzir imagens mais fiéis e detalhadas. O Google também destacou a maior rapidez do sistema, melhorias no cumprimento de comandos e mais precisão na geração de textos dentro das imagens — recurso útil para mockups publicitários e cartões comemorativos.

De acordo com a companhia, o Nano Banana Pro continuará disponível para atividades que exigem alto nível de fidelidade e rigor factual. Já o Nano Banana 2 terá como foco principal a criação ágil de imagens, a interpretação mais eficiente de instruções e a integração com mecanismos de busca visual.

A nova versão passa a substituir o modelo anterior nas modalidades Fast, Thinking e Pro do Gemini.

O crescimento das ferramentas de geração de imagens e vídeos por IA tem chamado atenção do público, permitindo a criação de conteúdos visuais cada vez mais complexos a partir de simples descrições em texto. Em 2024, a OpenAI lançou o Sora, sua ferramenta de criação de vídeos por inteligência artificial. Na ocasião, o CEO Sam Altman afirmou que o volume de uso estava “derretendo” os processadores dedicados à IA.

Outras empresas também avançam nesse segmento. A Adobe tem ampliado a presença de recursos de IA em seu portfólio criativo por meio do Firefly, voltado à geração de imagens e vídeos.

Por outro lado, o avanço acelerado da IA generativa tem gerado preocupações no setor criativo, especialmente relacionadas a possíveis violações de direitos autorais. A ByteDance, por exemplo, enfrentou críticas de grandes estúdios de Hollywood, como Disney e Paramount, após acusações de uso indevido de propriedade intelectual em sua ferramenta de vídeo com IA, o Seedance.

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