
O BNY, que se apresenta como o maior banco custodiante do mundo, anunciou a elevação de duas metas financeiras estratégicas, sinalizando que a recuperação iniciada nos últimos anos começa a se consolidar. A avaliação é do CEO Robin Vince, que assumiu o comando da instituição há cerca de três anos e agora demonstra maior confiança no desempenho futuro do banco.
Segundo informações divulgadas pela própria instituição, as metas de médio prazo para a margem antes de impostos e para o retorno sobre o patrimônio líquido tangível foram elevadas em cinco pontos percentuais cada. Com isso, os novos objetivos passam a ser de 38% para a margem antes de impostos e de 28% para o retorno sobre o patrimônio tangível.
Robin Vince, ex-executivo do Goldman Sachs que ingressou no BNY em 2020 e assumiu como CEO em 2022, afirmou que a revisão das metas reflete uma visão mais positiva sobre as perspectivas da empresa. Ele destacou que o banco vem se beneficiando não apenas da execução consistente de sua estratégia, mas também de um ambiente regulatório mais favorável, impulsionado por medidas de desregulamentação adotadas durante a administração Trump.
“Estamos elevando nossas metas de médio prazo porque temos confiança de que ainda há muito valor e potencial a ser destravado no longo prazo”, afirmou Vince em entrevista. Segundo ele, essas metas consideram um horizonte de três a cinco anos.
O executivo ressaltou ainda que os últimos três anos serviram para comprovar a capacidade de execução da instituição. “Demonstramos um histórico sólido de desempenho, o que nos dá segurança de que a estratégia está funcionando e de que a empresa passa por uma recuperação clara e consistente”, concluiu.



