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A saúde em 2026 não é sobre tecnologia de ponta, é sobre decisões melhores.
Por Bárbara Silva

Inteligência Artificial, dados e automação deixam de ser apoio e passam a orientar o cuidado, antecipando diagnósticos, reduzindo erros e devolvendo tempo ao que importa: o humano.
O cuidado sai do hospital e entra na rotina. Dispositivos conectados, monitoramento contínuo e novas realidades de aprendizado e terapia tornam a saúde mais preventiva, personalizada e acessível. A inovação deixa de ser promessa e vira prática diária.
Em 2026, espera-se que a tecnologia esteja madura o suficiente para servir ao cuidado, não para ocupá-lo. O futuro da saúde não será digital ou humano, mas a integração consciente dos dois — com empatia, responsabilidade e propósito no centro.



