Miller Augusto e Grupo Ivy consolidam o padrão de maturidade da Cibersegurança
Empresa tem se consolidado no mercado cyber e amplia horizontes para 2026

A escalada das ameaças digitais em 2025 marcou uma mudança silenciosa, porém profunda, na forma como as organizações identificam, avaliam e enfrentam riscos cibernéticos. Em um cenário no qual ataques automatizados, exploração de vulnerabilidades em ambientes de borda e campanhas impulsionadas por inteligência artificial passaram a fazer parte do cotidiano, tornou-se essencial contar com especialistas capazes de unir visão estratégica e engenharia ofensiva. É nesse ambiente que Miller Augusto vem se destacando, contribuindo para a evolução do setor por meio de abordagens estruturadas, baseadas em frameworks consolidados e na mensuração objetiva do impacto financeiro dos riscos.
A incorporação definitiva da segurança às decisões de negócio foi acelerada pela sofisticação dos atacantes, que hoje operam com níveis de automação capazes de encurtar drasticamente o intervalo entre a exploração e o comprometimento de sistemas. Botnets equipadas com IA identificam serviços expostos, testam credenciais e realizam ataques de força bruta em velocidades que superam a capacidade de reação de equipes defensivas tradicionais. Ambientes de IoT, APIs públicas e serviços de edge computing passaram a concentrar riscos elevados, tornando-se alvos prioritários. No Brasil, esse cenário é agravado pela atuação de grupos especializados em fraudes financeiras, com foco em ecossistemas como Pix, carteiras digitais e cadeias logísticas.
Diante desse contexto, Miller Augusto ganhou relevância ao sustentar que a simples mitigação não basta: é fundamental mensurar o risco. A adoção da metodologia FAIR no Grupo Ivy introduziu um novo nível de previsibilidade em um campo historicamente dependente de indicadores subjetivos. A análise deixa de se apoiar em alertas isolados e passa a considerar métricas como perda anual esperada, frequência de eventos e magnitude de impacto, permitindo que conselhos e lideranças executivas tomem decisões orientadas por dados concretos.
A consolidação desse modelo contou com a colaboração de profissionais como Paula Yara, CISO do Grupo Ivy, e Ronaldo Andrade, CRO global com forte atuação em regulação. Juntos, estruturaram uma abordagem que integra inteligência de ameaças contextualizada, gestão de risco e governança corporativa — uma combinação ainda pouco comum no mercado brasileiro. O Red Team premiado da Ivy, respaldado por análises quantitativas e técnicas avançadas de engenharia ofensiva, ampliou significativamente o rigor das avaliações internas e reduziu de forma expressiva o tempo de exposição a falhas críticas.
Essa estratégia ganhou forma com o desenvolvimento do DevSecHub, plataforma que unifica avaliação de risco, frameworks internacionais como NIST e CIS Controls, além de telemetria contínua da superfície de ataque. Diferente de soluções limitadas a inventário ou varreduras pontuais, o DevSecHub atua como uma camada de governança em tempo real, conectando controles de segurança a impactos financeiros e exigências regulatórias. Para Miller, essa integração é inevitável: segurança dissociada de risco, assim como risco desconectado do negócio, não se sustenta no longo prazo.
A adoção desse novo paradigma vem pressionando o mercado a abandonar modelos reativos e avançar rumo a uma gestão contínua da resiliência cibernética. Com o avanço da digitalização no país e a intensificação das exigências regulatórias ligadas à LGPD, ao Banco Central e à Susep, cresce a necessidade de estruturas capazes de medir, priorizar e justificar investimentos com precisão técnica. É justamente nesse ponto de convergência entre engenharia, regulação e estratégia financeira que Miller Augusto tem atuado, elevando o nível de maturidade esperado para o ecossistema brasileiro de segurança digital.



