
A UNESCO e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, conhecido como Itamaraty, defenderam o fortalecimento de políticas públicas de inclusão digital, com atenção especial aos direitos humanos e ao desenvolvimento responsável da inteligência artificial.
A proposta busca garantir que os benefícios da transformação digital alcancem diferentes parcelas da população, reduzindo desigualdades no acesso à internet, à educação tecnológica e às ferramentas digitais.
Entre os desafios estão a ampliação da conectividade, a formação de competências digitais e a criação de mecanismos que protejam os cidadãos diante do avanço dos sistemas de IA.
O debate também destaca a importância da cooperação internacional para estabelecer princípios de transparência, segurança e responsabilidade no uso dessas tecnologias.
Para os participantes, a inclusão digital deve ir além da disponibilidade de conexão, garantindo condições para que as pessoas utilizem a tecnologia de maneira segura e participem da economia digital.
A iniciativa reforça a necessidade de equilibrar inovação tecnológica, desenvolvimento econômico e proteção dos direitos fundamentais.



