
A China avançou em sua estratégia de cooperação internacional em inteligência artificial com a formação da WAICO, uma iniciativa que reuniu 28 membros fundadores.
Entre os participantes estão representantes do Cazaquistão e a Pax Silica, ampliando o alcance da organização para diferentes mercados e setores tecnológicos.
A iniciativa surge em um momento de crescente disputa global pelo desenvolvimento de inteligência artificial, envolvendo investimentos, infraestrutura computacional e definição de padrões tecnológicos.
A formação do grupo reforça o interesse chinês em ampliar sua influência no setor e estabelecer novas parcerias internacionais.
O movimento também evidencia como a inteligência artificial se tornou um elemento estratégico nas relações econômicas e tecnológicas entre países.



