
O Google ampliou seu programa de demissão voluntária para funcionários de cinco países: Canadá, França, Alemanha, Japão e Suíça. A medida faz parte da estratégia da Alphabet para controlar despesas diante dos investimentos crescentes em inteligência artificial.
A iniciativa começou em junho de 2026 e dá continuidade a programas semelhantes realizados nos Estados Unidos e no Reino Unido desde o ano anterior.
Na Suíça, onde o Google emprega aproximadamente 5 mil pessoas, os pacotes oferecidos incluíram indenizações equivalentes a um salário por ano trabalhado, limitadas a 12 salários.
Os primeiros desligamentos ocorreram em agosto. A companhia não divulgou quantos profissionais aderiram ao programa nos países contemplados.
Apesar da redução voluntária de pessoal em determinadas áreas, o Google mantém a inteligência artificial e a computação em nuvem entre suas prioridades de investimento e contratação.
Funcionários da DeepMind, divisão especializada em inteligência artificial, ficaram de fora do programa suíço. Equipes do Google Cloud também haviam sido preservadas em iniciativas anteriores.
A movimentação ocorre em um momento de reorganização das grandes empresas de tecnologia, que buscam equilibrar custos operacionais e investimentos bilionários em infraestrutura e desenvolvimento de IA.



