
Uma campanha de ataques cibernéticos utiliza versões modificadas do Telegram para espionar usuários e roubar informações de autenticação.
A ameaça envolve o kit malicioso uCreator, empregado na criação de aplicativos adulterados que aparentam funcionar como versões legítimas do mensageiro.
Após a instalação, o software pode executar atividades de espionagem e capturar informações sensíveis, incluindo senhas utilizadas na verificação em duas etapas.
O Brasil aparece entre os países afetados. Segundo os dados divulgados, o país concentrou 20,5% das infecções identificadas em 2025.
O uso de aplicativos falsificados representa um risco porque permite que criminosos distribuam códigos maliciosos disfarçados de ferramentas conhecidas.
A recomendação é instalar o Telegram apenas por canais oficiais, evitar versões modificadas de origem desconhecida e manter o dispositivo atualizado.
Usuários que suspeitarem de comprometimento devem revisar as sessões ativas, encerrar acessos desconhecidos e alterar suas credenciais em um dispositivo confiável.



