
Um levantamento da Arrakis Security revelou que 76% dos agentes de inteligência artificial habilitados nos ambientes analisados não haviam executado atividades nos últimos 60 dias.
O dado chama atenção para um novo desafio de cibersegurança: o crescimento de agentes de IA que permanecem ativos nos sistemas corporativos, mesmo sem utilização frequente.
Segundo a pesquisa, aproximadamente 25% desses agentes ainda poderiam ser acionados externamente, ampliando os riscos de acessos indevidos e execução de tarefas não autorizadas.
Esses sistemas podem manter permissões para acessar arquivos, aplicativos e informações empresariais, mesmo quando deixam de ser utilizados.
O cenário reforça a necessidade de monitoramento contínuo, revisão de permissões e desativação de agentes que não possuem mais finalidade operacional.



