
Um modelo de inteligência artificial da Anthropic conseguiu reproduzir sementes utilizadas na geração de curvas criptográficas do NIST, instituto americano responsável por padrões tecnológicos e de segurança.
A descoberta foi realizada a partir de registros de horários de 1997, demonstrando como a inteligência artificial pode auxiliar na investigação de decisões técnicas tomadas há décadas.
As curvas criptográficas são utilizadas para proteger comunicações, autenticar usuários e garantir a segurança de informações digitais. Durante aproximadamente 25 anos, a origem de determinados parâmetros gerou questionamentos sobre sua transparência.
O resultado pode contribuir para esclarecer como essas sementes foram escolhidas. Entretanto, a reprodução dos parâmetros não comprova, por si só, que os algoritmos sejam seguros ou que nunca tenham existido vulnerabilidades.
O caso evidencia o potencial da inteligência artificial para analisar sistemas criptográficos e revisitar questões históricas da cibersegurança.



