
As operadoras de telecomunicações brasileiras registraram crescimento de 3,1% na receita operacional líquida no segundo trimestre de 2026, alcançando R$ 34,96 bilhões. Apesar do avanço no faturamento, os investimentos recuaram 2,9%, passando de R$ 5,57 bilhões para R$ 5,41 bilhões.
Os dados fazem parte do Panorama Econômico-Financeiro de Telecomunicações, divulgado pela Anatel. O serviço móvel liderou o crescimento, com receita de R$ 25,33 bilhões, alta de 6,3% em relação ao mesmo período de 2025. Já a banda larga fixa manteve faturamento de R$ 6,82 bilhões.
Nos investimentos, o cenário foi diferente. Os aportes em redes móveis caíram 4,5%, chegando a R$ 3,18 bilhões. Em contrapartida, a banda larga fixa registrou crescimento de 9%, com investimentos de R$ 1,33 bilhão.
O consumo de internet também aumentou. Nas redes móveis, a média mensal chegou a 6,8 GB por usuário, crescimento de 16,8%. Na banda larga fixa, o consumo passou de 385 GB para 404 GB mensais por acesso.
O levantamento considera concessionárias e operadoras que não são classificadas como prestadoras de pequeno porte. Portanto, os números não representam todo o mercado brasileiro, especialmente no segmento de provedores regionais.



