
O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) apresentou um novo roteiro para acelerar a computação quântica, estabelecendo como meta demonstrar até 2028 um computador quântico com correção de erros capaz de executar aplicações científicas relevantes.
A estratégia prioriza resultados científicos, e não apenas o número de qubits. Entre as possíveis aplicações estão problemas complexos envolvendo química, desenvolvimento de materiais, física de plasmas e física de altas energias, áreas nas quais computadores tradicionais enfrentam limitações para determinadas simulações.
O DOE também lançou uma competição com até US$ 215 milhões em financiamento planejado. A meta inclui sistemas com pelo menos 100 qubits lógicos e capacidade para realizar centenas de milhões de operações tolerantes a falhas.
Depois dessa etapa, o plano prevê uma Quantum Computing User Facility, instalação compartilhada na qual pesquisadores poderão trabalhar com diferentes tecnologias quânticas e desenvolver hardware e software em conjunto. A visão de longo prazo é integrar computação quântica, supercomputadores tradicionais e inteligência artificial na infraestrutura científica do país.



