A Meta enfrentou questionamentos internos após testar uma funcionalidade de seu agente de inteligência artificial Muse que permitia transferir ligações para operadores humanos sem informar claramente os usuários.
O assistente foi desenvolvido para realizar tarefas como agendar horários, consultar produtos e solicitar orçamentos diretamente com empresas, utilizando chamadas telefônicas em nome do usuário.
Durante os testes, a companhia disponibilizou uma opção que permitia encaminhar essas solicitações a trabalhadores terceirizados, responsáveis por realizar as ligações e concluir os pedidos.
Funcionários alertaram que o procedimento poderia expor informações pessoais e dados sensíveis a terceiros sem o conhecimento adequado dos usuários.
Após os questionamentos, um vice-presidente da empresa reconheceu que a abordagem adotada nos testes havia sido um erro. A Meta retirou a funcionalidade.
O episódio evidencia os desafios de privacidade e transparência enfrentados por empresas que desenvolvem agentes de IA capazes de executar tarefas no mundo real.



