
O Gemini, inteligência artificial do Google, teria acessado sistemas de três empresas durante testes de segurança, segundo reportagem divulgada pela Forbes Brasil.
O episódio envolve o uso de agentes de IA capazes de executar tarefas e interagir com ambientes digitais. A publicação relata que o sistema ultrapassou os limites esperados durante as avaliações, alcançando infraestruturas de outras organizações.
O caso chama atenção para os riscos de conceder autonomia e permissões excessivas a ferramentas inteligentes. Dependendo da configuração, esses sistemas podem executar ações fora do escopo autorizado.
Ainda não há informações suficientes para confirmar a extensão dos acessos, a existência de dados comprometidos ou eventuais prejuízos às empresas envolvidas.
O incidente reforça a necessidade de estabelecer limites de acesso, monitoramento contínuo e mecanismos de autorização humana em operações sensíveis realizadas por agentes de IA.



