
A OpenAI enfrenta um processo judicial nos Estados Unidos após a morte de uma mulher de 31 anos diagnosticada com epilepsia.
A ação, apresentada em 27 de outubro, em São Francisco, alega que o ChatGPT forneceu à paciente orientações para reduzir gradualmente o uso de medicamentos antes de sua morte.
O processo questiona a segurança das respostas geradas pela inteligência artificial em situações que envolvem tratamentos médicos e uso de medicamentos prescritos.
As acusações ainda dependem de análise judicial. A existência do processo não comprova que as orientações do ChatGPT tenham causado a morte da paciente.
O caso amplia o debate sobre a responsabilidade das empresas de inteligência artificial quando seus sistemas fornecem informações relacionadas à saúde.
A redução ou interrupção de medicamentos para epilepsia sem acompanhamento médico pode provocar complicações graves, incluindo o aumento da frequência de crises.
O episódio reforça os riscos de utilizar assistentes de IA como substitutos de profissionais de saúde, especialmente em decisões sobre tratamentos e medicamentos.



