
A Meta foi condenada pela Justiça do Novo México, nos Estados Unidos, a pagar US$ 25 bilhões por práticas consideradas enganosas relacionadas à privacidade dos usuários.
A decisão representa uma das maiores penalidades financeiras envolvendo proteção de dados e coloca novamente a empresa no centro das discussões sobre o uso de informações pessoais nas plataformas digitais.
O caso chama atenção pelo valor da condenação, cinco vezes superior à multa de US$ 5 bilhões aplicada à empresa em 2019, em um acordo com autoridades federais americanas sobre práticas de privacidade.
A Meta controla algumas das maiores plataformas digitais do mundo, incluindo Facebook, Instagram e WhatsApp, que concentram bilhões de usuários e grandes volumes de informações pessoais.
A decisão reforça a pressão sobre empresas de tecnologia para garantir maior transparência na coleta, no tratamento e na proteção de dados.
O resultado também poderá influenciar discussões sobre responsabilidade das plataformas e fiscalização de práticas relacionadas à privacidade digital.
A condenação não significa necessariamente pagamento imediato, já que decisões judiciais dessa natureza podem ser contestadas por meio de recursos.



