
A Amazon utiliza uma ferramenta chamada Atlas para classificar seus centros de distribuição conforme o risco de sindicalização dos trabalhadores, segundo informações divulgadas sobre o sistema.
A plataforma atribui pontuações entre 100 e 900 pontos, permitindo identificar instalações onde a possibilidade de organização sindical é considerada mais elevada.
De acordo com os dados apresentados, 16 unidades da Amazon estão classificadas no nível máximo de risco.
A utilização da ferramenta levanta questionamentos sobre o monitoramento das relações trabalhistas e o uso de tecnologias para acompanhar movimentos de organização dos funcionários.
O caso também amplia o debate sobre transparência, privacidade e os limites do uso de sistemas de análise de dados na gestão de trabalhadores.



