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Cibercriminosos brasileiros atingem nível de sofisticação de grupos estatais, aponta consultoria

Relatório da Danresa alerta para a evolução do crime financeiro digital no Brasil e destaca o uso de fraudes automatizadas envolvendo o Pix.

Grupos brasileiros especializados em cibercrime financeiro já apresentam níveis de sofisticação comparáveis aos de organizações ligadas a Estados, segundo avaliação da consultoria de cibersegurança Danresa.

O relatório destaca a evolução das operações criminosas no país, especialmente no setor financeiro.

Entre as ameaças identificadas está o uso de fraudes automatizadas envolvendo o Pix, sistema de pagamentos instantâneos amplamente utilizado pelos brasileiros.

A comparação com grupos estatais está relacionada à capacidade técnica e à organização das operações, não necessariamente à existência de vínculos com governos. O alerta indica que criminosos financeiros estão adotando métodos cada vez mais avançados para explorar sistemas e processos digitais.

O cenário aumenta a pressão sobre bancos, fintechs e empresas que utilizam pagamentos instantâneos. A combinação de monitoramento contínuo, mecanismos antifraude e respostas rápidas a atividades suspeitas torna-se fundamental para reduzir os riscos de perdas financeiras.

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