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Coreia do Sul quer usar inteligência artificial para antecipar e bloquear ataques cibernéticos

Após ataques contra bancos e vazamentos de dados, governo sul-coreano defende sistemas de IA capazes de identificar ameaças e impedir invasões antes que provoquem danos.

A Coreia do Sul pretende ampliar o uso de inteligência artificial na defesa contra ataques cibernéticos. O presidente Lee Jae Myung defendeu o desenvolvimento de tecnologias capazes de identificar atividades suspeitas e bloquear ameaças preventivamente.

A proposta surge após uma sequência de incidentes envolvendo instituições financeiras e órgãos públicos. Autoridades investigam ataques contra bancos sul-coreanos que expuseram informações de clientes e apresentam indícios de utilização de ferramentas de IA pelos invasores.

O governo determinou uma revisão dos mecanismos de proteção utilizados em infraestruturas críticas e pediu maior mobilização de recursos para reduzir os impactos dos ataques. A estratégia também prevê cooperação entre órgãos públicos e empresas privadas.

A iniciativa representa uma mudança na abordagem de cibersegurança do país. Em vez de concentrar esforços apenas na resposta aos incidentes, a Coreia do Sul pretende utilizar inteligência artificial para antecipar ameaças. As ferramentas ainda precisam ser desenvolvidas e implementadas, e sua eficácia dependerá de testes e medidas complementares de segurança.

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